{"id":135,"date":"2019-08-23T09:52:57","date_gmt":"2019-08-23T12:52:57","guid":{"rendered":"http:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/?p=135"},"modified":"2019-08-23T09:53:00","modified_gmt":"2019-08-23T12:53:00","slug":"homem-e-mulher","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/homem-e-mulher\/","title":{"rendered":"Homem e Mulher"},"content":{"rendered":"\n<p>\n\nAt\u00e9 bem pouco tempo atr\u00e1s os pap\u00e9is do homem e da mulher eram bem definidos em nossa sociedade: o homem era o provedor, quem trazia o dinheiro para casa e mantinha a fam\u00edlia. Existia o poder do controle e uma certa autoridade masculina. \u00c0 mulher cabia cuidar do lar e dos filhos com dedica\u00e7\u00e3o e submiss\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos 30 anos, por\u00e9m, com o advento da revolu\u00e7\u00e3o feminina, os pap\u00e9is, conceitos e valores mudaram bastante. Hoje se busca entender o que \u00e9 ser homem e o que \u00e9 ser mulher nos relacionamentos atuais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A mulher est\u00e1 cada vez mais atuante no mercado de trabalho, sobressaindo-se e muitas vezes obtendo um sal\u00e1rio bem maior que seu parceiro. Tem poder de decis\u00e3o e j\u00e1 n\u00e3o aceita se submeter a variadas situa\u00e7\u00f5es. \u00c9 independente, faz sexo apenas pelo prazer (e com orgasmo, claro!) e n\u00e3o se casa como forma de sair do dom\u00ednio e repress\u00e3o dos pais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em contrapartida o homem retraiu-se, apresenta dificuldades de adapta\u00e7\u00e3o em como lidar com essa \u201cnova\u201d mulher, sente-se muitas vezes inseguro em seu desempenho, inclusive sexual (agora a moda n\u00e3o \u00e9 um orgasmo, mas orgasmos m\u00faltiplos!).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E com toda essa \u201cconfus\u00e3o\u201d, muitas pessoas permanecem sozinhas e com grandes dificuldades de encontrar um(a) parceiro(a) para um relacionamento afetivo-sexual. N\u00e3o se encontram, n\u00e3o se entendem e n\u00e3o sabem muito bem o que procuram e o que querem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos come\u00e7ar pensando que o ser humano n\u00e3o nasceu para ficar s\u00f3. Podemos at\u00e9 gostar de ter momentos, at\u00e9 per\u00edodos sozinhos, mas ningu\u00e9m (que eu tenha tratado ou conhecido em minha vida) quer permanecer eternamente assim. Ent\u00e3o paremos para pensar: Para que precisamos de algu\u00e9m? Quais s\u00e3o nossas necessidades? O que esperamos de uma parceria? Que tipo de pessoa queremos do nosso lado e para qu\u00ea?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Imaginem que se ser independente, ter seu pr\u00f3prio dinheiro, fazer sexo com quem quiser, sem compromissos ou obriga\u00e7\u00f5es (sempre usando preservativo, ok?), liberdade para viajar e buscar realizar objetivos fossem suficientes, todos iriam querer permanecer sozinhos, uma vez que atualmente tanto o homem quanto a mulher podem alcan\u00e7ar esse \u201cstatus quo\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade n\u00e3o nos sentimos completos sozinhos, embora sejamos completos (n\u00e3o somos a metade de uma laranja, somos uma laranja inteira buscando outra laranja inteira). Queremos um \u201cporto seguro\u201d, algu\u00e9m com quem possamos dividir nossas alegrias, tristezas; vit\u00f3rias, derrotas; viver a emo\u00e7\u00e3o de amar e ser amado (n\u00e3o \u00e9 uma del\u00edcia estar apaixonado?!), ter um colo quando estivermos carentes (n\u00e3o colo de m\u00e3e ou pai, mas colo de seu homem ou de sua mulher).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, que tal pararmos de IDEALIZAR um(a) parceiro(a) e lidarmos com o real? Pararmos de querer fazer dele(a) uma extens\u00e3o de n\u00f3s mesmos, exigirmos atitudes e comportamentos que seriam nossos e n\u00e3o do outro; querer que se transformem por n\u00f3s, que fa\u00e7am por n\u00f3s, que deixem de ser aquela pessoa por quem nos apaixonamos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A parceria ideal, relacionamento ideal, emprego ou chefia ideal, fam\u00edlia ideal, viagem ideal, enfim, a perfei\u00e7\u00e3o plena s\u00f3 existe em nossa fantasia. Um relacionamento \u00e9 constru\u00eddo a cada dia, com erros e acertos. Quando temos mais acertos, conseguimos mant\u00ea-lo. Quando cometemos mais erros, podemos perd\u00ea-lo. Mas estamos sempre tentando e procurando dar certo com algu\u00e9m e, para isso, talvez possamos aprender com os mais s\u00e1bios que toleravam mais, cediam mais, acreditavam mais na possibilidade de ter algu\u00e9m que pudesse acompanhar a bela jornada que \u00e9 a VIDA. N\u00e3o importa por quantas mudan\u00e7as e como ser\u00e3o redefinidos os pap\u00e9is do homem e da mulher em nossa sociedade, mas sim como voc\u00ea enxerga seu relacionamento atual ou futuro. Concordo que manter um relacionamento saud\u00e1vel \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil, mas se houver \u201cinvestimento\u201d emocional, reconhecer e alterar os sinais de desgaste, surpreender ao inv\u00e9s de acomodar, valorizar e n\u00e3o desprezar, respeitar, e principalmente amar, voc\u00ea tem grandes chances!!!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, AMOR \u00e9 tudo o que a humanidade precisa. Vamos amar muito e a todos; seu(a) parceiro(a), familiares, amigos verdadeiros, \u201came seu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d (ok, ok&#8230; estou falando de ideal&#8230;). Ent\u00e3o, ame o m\u00e1ximo que puder e continue em busca da nossa raz\u00e3o de existir: SER FELIZ!!!\n\n<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 bem pouco tempo atr\u00e1s os pap\u00e9is&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-135","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":136,"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135\/revisions\/136"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jussaniaoliveira.psc.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}